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Valença: Prefeitura não consegue enterrar baleia que pode explodir a qualquer momento

Na manhã da última sexta-feira, 04 de novembro, uma baleia da espécie Jubarte encalhou na Praia de Guaibim, nas proximidades dos Pinheiros, local com alto fluxo de visitantes. De imediato a prefeitura disponibilizou máquinas e servidores para cuidar da situação, que acabou se tornando um palco de descaso e um reflexo da gestão comandada por Jairo Bapstista.

Segundo Vacy, ex-servidor da Prefeitura de Valença, foram utilizadas 5 máquinas e aberto uma cova, na qual, a prefeitura não conseguiu colocar o animal, gastando recursos e deixando claro a falta de planejamento. “Eles disseram que a baleia pesava 30 toneladas, não é verdade, ela pesa cerca de oito toneladas e continua no mesmo local, não enterraram por incompetência, as máquinas que vieram não são adequadas para esse serviço”, condenou.

Segundo o Blog do Pelegrini,  “O Secretário estaria dizendo que, depois de dois anos da baleia enterrada, iriam fazer um memorial com o esqueleto da baleia, na Praia dos Pinheiros”.

Em relatos de biólogos, uma baleia jubarte em decomposição corre o risco eminente de explodir. Apesar de pouco falado, um dos maiores riscos de se encontrar com uma baleia morta, seja encalhada ou boiando no mar, é o de uma explosão. O processo produz gases que acabam fazendo com que a baleia se infle até o ponto de se romper, como se fosse um balão que recebeu ar demais. A explosão pode ser violenta e ferir quem estiver próximo, ao ser atingido por um pedaço da carcaça ou osso. Além disso, o cheiro é muito forte e a visão não é das mais agradáveis, o que pode prejudicar o turismo na Praia de Guaibim.

Em nota, a prefeitura informou que está tomando providências e pediu para a população não chegar perto do animal.

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