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Amado Batista e BYD entram na “lista suja” do trabalho escravo e caso repercute no país

A nova atualização da “lista suja” do trabalho escravo, divulgada pelo governo federal, inclui nomes de grande repercussão, como o cantor Amado Batista e a montadora BYD.

O cadastro reúne empregadores responsabilizados, após processos concluídos, por submeter trabalhadores a condições análogas à escravidão. No caso de Amado Batista, as irregularidades foram identificadas em atividades rurais em Goiás, com relatos de jornadas exaustivas e condições inadequadas. A defesa afirma que não houve resgate e que os problemas envolveriam terceirizados.

Já a BYD foi incluída após fiscalização em obras no Brasil, onde foram encontradas condições degradantes, jornadas excessivas e retenção de documentos de trabalhadores estrangeiros. Mesmo com terceirização, a empresa foi considerada responsável.

Criada em 2003, a lista é um instrumento de transparência que pode gerar impactos como restrições de crédito e danos à reputação, reforçando o alerta sobre práticas trabalhistas no país.

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