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O estranho caso do 3° mandato de Hildécio Meireles

Ao que tudo indica, até aqueles que outrora ostentavam o título de melhor gestor do Baixo Sul e altos índices de popularidade, sendo por seus asclecas até mesmo chamado de melhor prefeito da Bahia, perdeu a mão de como fazer gestão pública de alto nível. Com o segundo semestre do primeiro ano do novo mandato entrando na reta final, o prefeito do principado de Cairu, a jóia da coroa turística do Baixo Sul baiano, Hildécio Meireles (DEM) ainda não emplacou uma grande realização neste seu terceiro mandato. A gestão que no passado ostentava o slogan “como é bom viver aqui” vem fazendo com muito custo o feijão com arroz da administração pública. O programa de recuperação de vias anunciado como grande novidade, revelou -se uma operação tatu esburacando vias em perfeito estado de conservação. Os moradores das pacatas ilhas observam com espanto buracos sendo abertos para serem tampados novamente. Já a promessa de modernizar a educação com a entrega de tablets para todos os estudantes também não saiu do papel, o ano letivo já vai findar e o equipamento até o momento não foi entregue.

Mas o que causou mesmo espanto na população cairuense foi a divulgação na imprensa local da assinatura de uma ordem de serviço da nova Orla do Galeão nesta sexta-feira (10), sendo que a obra orçada em mais de R$1,2 milhões já encontrava -se na reta final quando entregue pelo gestor antecessor, Fernando Brito. E a sessão de espanto não para por aí! A empreiteira responsável pela obra na gestão passada tinha como sócio o filho do atual prefeito. Pense num absurdo, na Bahia tem precedente, já dizia um celebre político baiano.

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Conseguiu acompanhar o fio da meada, caro leitor? O prefeito assinou a ordem de serviço para um obra que já vinha em andamento pela empreiteira do próprio filho. Pois sim! Quando não se cria nada novo, resta embalar o presente antigo e entregar a criança, neste caso ao povo.

Foto da Orla do Galeão em setembro de 2020

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